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Relatórios Corporativos

Relatório & Contas 2008

Relatório de Sustentabilidade 2008

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Recursos: materiais, água e ar

Temos realizado iniciativas importantes para reduzir o consumo de materiais, sobretudo de papel, através da desmaterialização de diversos processos. Em 2008, efectuámos cerca de 10.000 encomendas de forma electrónica e aprovámos electronicamente cerca de 10.000 facturas, reduzindo significativamente a impressão de documentos em papel. O parque de fotocopiadoras, impressoras e faxes está a ser substituído por equipamentos multifunções de última geração capazes de executar as mesmas funções de forma mais eficiente, com mecanismos de validação de recolha para evitar impressões indesejadas, com sistemas automáticos de poupança de energia e que, por defeito, imprimem em frente e verso. Esta medida permite obter poupanças de tonners, energia, papel e, do número de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (EEE).

Para reduzir, virtualmente para metade, o número de páginas envolvidas nos ciclos de facturação, desenvolvemos um novo tipo de factura através da alteração do layout, que passou a permitir a inclusão de duas colunas de registo de chamadas numa só página.

Neste âmbito, a implementação da factura electrónica e da nota de crédito resumida para grandes superfícies veio conduzir à poupança de cerca de 6.000 folhas por mês. O processamento de encomendas via Electronic Data Interchange (EDI) foi alargado a mais dois parceiros, reforçando a redução do consumo de papel, tonner e energia.

Durante este ano conseguimos diminuir em 16% o consumo de plástico. No que diz respeito ao papel – que representa 96% do consumo de materiais consumidos na Sonaecom -, o consumo aumentou 4%, mas esta subida deveu-se sobretudo ao investimento em materiais de comunicação no âmbito do reposicionamento da marca Optimus e ao aumento do número de clientes. A percentagem de utilização de papel reciclado sofreu um decréscimo de 4%. O Público diminuiu 0,2 %o consumo de papel jornal representando cerca de 11t.

O nível de eco-eficiência entre o consumo de papel/jornal e o número de unidades vendidas manteve-se no mesmo patamar.

Com o aumento proporcional entre os materiais de marketing e o número de novos clientes, mantivémos praticamente o mesmo nível de eco-eficiência.

Depois de um ano (2007), em que registámos uma redução mais acentuada do consumo de água, devido sobretudo ao facto de não ter sido possível medir o seu consumo durante os primeiros meses de utilização do edifício Mar mediterrânico, verificamos que foi possível, em 2008, manter os mesmos níveis de consumo de 2007. Este facto está relacionado com a optimização da instalação de torneiras doseadoras e autoclismos mais eficientes em alguns edifícios e com o sistema de reutilização de águas pluviais do edifício Mar Mediterrânico. Na sequência da instalação, neste edifício, de um sistema de recuperação de efluentes pluviais, em 2008, foram captados e reutilizados cerca de 250 m3 de água no sistema de autoclismos das casas de banho e no sistema de rega.

Relativamente aos efluentes domésticos, estes são encaminhados para as infra-estruturas de saneamento. Em 2008 não se verificou qualquer derrame ou inundação.

A percentagem de equipamentos livres de HCFCs manteve-se, mas conseguimos um decréscimo da utilização das substâncias que afectam a camada do ozono relacionadas com ocorrência de menos avarias. Os gases que destroem a camada do ozono são usados em unidades de refrigeração que arrefecem equipamento nos nossos locais celulares e também nos nossos sistemas de ar condicionado.